Como a festa de final de ano da sua empresa pode gerar resultados para 2020?

30 de outubro de 2019

Estamos chegando no final do ano e é assustador ver como passou tão rápido, talvez porque tenha sido um ano desafiador; sobreviver em um momento de crise e de tantas mudanças, não é nada fácil e esgota as energias de qualquer time. O final de ano em muitos contextos é compreendido como um momento de conclusões e também de preparação para o novo. É comum que no meio organizacional este também seja visto sob essa perspectiva já que muitas empresas se guiam por planejamentos anuais que estipulam metas e indicadores. Portanto, chegamos no momento de celebrar o que conquistamos e repensar o que não saiu de acordo com o planejado. As empresas podem fazer isso de diversas formas, a mais recorrente são as reuniões de avaliação e planejamento que envolvem muitas horas revendo números, em reuniões que verbalizam aquilo que já é sabido.

Será que é essa a melhor forma de terminar o ano corrente e começar o próximo? Não queremos dizer com isso que as reuniões de planejamento não são importantes. Na verdade, elas são fundamentais e cumprem um propósito fundamental de dar um direcionamento para a organização. Contudo, existem momentos em que precisamos encerrar ciclos, celebrar momentos, romper padrões e isso não acontece em uma reunião.   

É consenso, para nós e para os diversos profissionais que trabalham com gestão de pessoas e negócios, que a força motriz de uma organização é resultado da união das forças individuais das pessoas que compõem sua equipe. Dessa forma, é chave para obtenção de resultados de alta performance investir nas pessoas. O final do ano é, neste contexto, um momento estratégico de promover ações de desenvolvimento de cunho vivencial. Isto porque tais ações proporcionam efeitos diversos na equipe de trabalho e impulsionam a busca por melhores desempenhos, bem como integram e motivam a equipe para enfrentar os próximos desafios. Assim como o final do ano é um grande rito de passagem, as confraternizações de final de ano, convenções, treinamentos vivenciais podem ter esse mesmo papel nas organizações.

O treinamento vivencial provoca as pessoas de uma forma singular; elas são expostas a situações que exigem da equipe respostas diferentes das usuais e desempenhos assertivos para a obtenção de determinados objetivos. Por exemplo, quando uma equipe precisa trabalhar de forma conjunta para construir uma jangada e atravessar um rio, estamos colocando o time frente a um problema real; a possibilidade de naufragar ou se afogar tornam a tarefa mais desafiadora. Nesses momentos as pessoas tendem a se unir,  se comunicar de forma efetiva, criar coletivamente estratégias criativas e inovadoras para atingir tais objetivos. Além disso, na esfera individual, os seus integrantes tendem a se desafiar e enfrentar limites, além de serem instigados a tomar decisões de forma  rápida  e muitas vezes a praticarem a liderança em situações desafiadoras. Para isso, atividades radicais, lúdicas e recreativas são utilizadas em conjunto.

Assim, durante e após a execução de um treinamento vivencial é possível observar diferenças nas relações interpessoais, na forma como a equipe se comunica e interage, na motivação e identificação coletiva com os objetivos da empresa. Enfrentar o medo de altura em uma parede de escalada não é nada fácil, mas ver os colegas apoiando e encorajando neste momento em que a maior vontade é desistir; encarar esse medo e chegar ao final, gera um sentimento de superação, mostra que somos mais capazes do que imaginamos. Além disso, gera também um sentimento de gratidão para com aqueles estiveram do ao nosso lado para mostrar que somos capazes, isso é o que podemos chamar de sinergia.

Tal efeito é o resultado da vivência que possui um potencial transformador superior a qualquer outro tipo de treinamento expositivo-explicativo. Vivenciar situações ativa os níveis cognitivo, emocional e motriz do ser humano – assim ele passa a pensar, sentir e fazer de forma diferente e transpor o que foi experienciado em um treinamentos para suas rotinas corporativas. Dessa forma, investir em um treinamento vivencial significa impactar as pessoas e consequentemente, os resultados organizacionais da empresa. Juntamente à Intelectus Consultoria isso é possível através processo que denominamos SuperAÇÃO.

Poder construir esses momentos tão especiais e impactar de forma transformadora nas empresas é o que faz o nosso trabalho / esforço valer a pena. Se você quer propiciar para o seu time momentos que eles vão lembrar, recordar, contar e querer viver novamente, conte conosco para organizar uma SuperAção.

 

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Texto: Jennifer Ávila - Psicóloga e Consultora Intelectus. 

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